ARQUEOLÓGICAS são programas de caminhadas urbanas experimentais que partem do pressuposto do pertencimento do corpo no espaço urbano, tendo o caminhar como forma de apropriação e constituição de subjetividade, cidadania, tensionamentos, conflitos, disputas e alteridade urbana. Caminhar como ato revolucionário de presença e percepção efetiva das dinâmicas e usos dos espaços da cidade, sem intermédio de artefatos tecnológicos, apenas o corpo e suas percepções.

E, como forma de aprofundar tais relações, e também na construção de sentidos a cada caminhar pela cidade, a proposta destas caminhadas se valem de um procedimento da arqueologia e da fotografia: o enquadramento de pequenos achados cotidianos com uma moldura de papel. Ao caminhar e observar a vida cotidiana, estabelecer um procedimento de observação e coleta de "rastros do agora", num inventário de registros e vestígios de uma vida passada - mesmo que feita alguns segundos antes de ser encontrada. Um inventariar que abre espaço e possibilidade de ressignificações das ações citadinas ordinárias de constituição do cotidiano na cidade contemporânea.

ARQUEOLÓGICAS #02 - MVD

R$58,00
Esgotado
ARQUEOLÓGICAS #02 - MVD R$58,00
Compra protegida
Seus dados cuidados durante toda a compra.
Trocas e devoluções
Se não gostar, você pode trocar ou devolver.

ARQUEOLÓGICAS são programas de caminhadas urbanas experimentais que partem do pressuposto do pertencimento do corpo no espaço urbano, tendo o caminhar como forma de apropriação e constituição de subjetividade, cidadania, tensionamentos, conflitos, disputas e alteridade urbana. Caminhar como ato revolucionário de presença e percepção efetiva das dinâmicas e usos dos espaços da cidade, sem intermédio de artefatos tecnológicos, apenas o corpo e suas percepções.

E, como forma de aprofundar tais relações, e também na construção de sentidos a cada caminhar pela cidade, a proposta destas caminhadas se valem de um procedimento da arqueologia e da fotografia: o enquadramento de pequenos achados cotidianos com uma moldura de papel. Ao caminhar e observar a vida cotidiana, estabelecer um procedimento de observação e coleta de "rastros do agora", num inventário de registros e vestígios de uma vida passada - mesmo que feita alguns segundos antes de ser encontrada. Um inventariar que abre espaço e possibilidade de ressignificações das ações citadinas ordinárias de constituição do cotidiano na cidade contemporânea.